Terceira parte da entrevista com a Rio Metal Works.

Confira a terceira parte da entrevista com Felipe Lameira e Adam Alfred da RMW feita pelo Blog Arise.

Leia alguns trechos:
"Lameira: Tem uma coisa que me irrita: quando alguém fala sobre a cena do Rio de Janeiro, tem sempre algum babaca que diz: “Que cena?” É a cena do filme da Sessão da Tarde que você tá vendo, seu filho-da-puta! É claro que tem cena. Ela pode estar uma merda, ela pode ser o banheiro todo mijado do Maracanã. Mas é a cena em que você está. Ela não está boa e você não está fazendo nada para melhorá-la."

"Adam: ... O Heavy Metal continua com a mesma força da época em que foi criado. Veio o funk americano, onde está o funk americano? Veio o Hardcore, onde está o Hardcore? Tem a questão de visual também. Todo o símbolo do Heavy Metal é um símbolo de poder. No Iron Maiden, é o zumbi que volta da morte como um assassino, como uma múmia. No Splatter, tem o estripador que mata. No Tuatha tem os deuses, os duendes. No heavy épico tem o bárbaro, o guerreiro. Tudo no Heavy Metal é um estilo de poder. No melódico tem o erudito, que fala sobre as belezas do mundo. No power, tem os dragões. Na banda Grave Digger, tem a caveira sentada no trono. Até no Hard Rock que tem a figura do cara pegador: isso também é símbolo de poder. Isso só não tem no Emo, que é o símbolo de merda, que é o do cara lá chorando. O metal é uma coisa que o Sam Dunn fala no documentário Heavy Metal: "Se o metal não te provoca essa envolvente sensação de poder, e não faz com que se arrepiem os cabelos da nuca, talvez, nunca o compreenda. E sabe o que mais? Tá tudo ok. Porque, a julgar pelos 40.000 metalheads que me rodeiam, estamos muito bem sem você.". Cara, se alguém não gosta de heavy metal eu não tou nem aí, que se foda! Deixe viver minha vida que eu deixo você viver a sua."

Entrevista completa em:
arisemetalblogzine.blogspot.com/2008/03/entrevista-rio-metal-works-parte-iii.html

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